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Posts Tagged ‘Web 2.0’

O recesso de final de ano acaba hoje e estamos de volta com a dica da semana. E para começar o ano nada melhor do que as previsões. São 12 previsões pro mundo digital em 2012. Interessante e útil para pensarmos no nosso mercado. Acho que vocês vão curtir também.

  1. Gamification: o principio é simples: motivar e engajar pessoas através de técnicas e mecânicas de jogos, a situações diferentes deste contexto. Pontos, níveis, progresso, badges, moedas virtuais e aversão a perda são conceitos típicos de jogos mas estão no centro desta tendência que só faz crescer em áreas tão distintas quanto educação, trabalho e claro, lealdade de marcas. Apesar dos princípios serem simples, sua execução efetiva não é.
  2. Mobile Wallet: muitos de nós carregam o celular o tempo todo e ele está sempre ao nosso lado não importa o lugar. Ele se tornou tão necessário que o carregamos como fazemos com nossas carteiras. E se juntássemos as duas coisas? Existem muitas formas de se fazer isso, mas uma que tem chamado a atenção é a “Near Field Communication” (NFC), que permite transferência de dados com a proximidade. É aquele velho exemplo: você vai no mercadinho da esquina, enche seu carrinho e ao passar no caixa, ao invés de usar seu cartão de crédito, aproxima o seu celular. Pronto. Conta paga. Cada vez mais o celular terá importância em nossas vidas…
  3. Social TV: TV e social media serão alimentadas com uma explosão de ferramentas, tecnologias e plataformas de interação. Veremos inovações que permitirão as pessoas interagirem cada vez mais com seus programas prediletos de formas que ainda não pensamos.
  4. Videos online: ainda? Sim, ainda temos espaço para vídeos online. Mas em 2012 o consumo de vídeo será de outra forma em novos contextos. Com o crescimento de conceitos centrados no consumidor e do entretenimento em diversos formatos, os vídeos deixarão de ser consumidos nos devices mais conhecidos para serem consumidos a todo e qualquer momento, nos devices mais inusitados.
  5. Mobile Marketing: o futuro do Mobile maketing será cada será cada vez mais social, e local. É bom se acostumar com o termo “SoLoMo” (Social Local Mobile). As mensagens serão as que vão combinar relevância com localização em tempo real.
  6. Aplicativos: a única tendência que realmente importa para apps: Crescimento. É inevitável devido ao crescimento do número cada vez maior das vendas de iPhones e Androids. É uma corrida e os vencedores são os aplicativos que tem cada vez mais público.
  7. Social Commerce: é uma tendência que tem que estudada e implementada com cautela, uma vez que as pessoas nas redes sociais primariamente querem se divertir em uma relação genuína, com senso de comunidade e pertencimento.
  8. Dados e métricas: cada vez mais precisos. Social media vai funcionar cada vez mais como ferramenta precisa da opinião do consumidor. O desafio é identificar dentre as tantas mensagens as que realmente são significativas e incrementar seus produtos e serviços a partir destas interações.
  9. Consumidores pagarão de verdade pelo seu acesso grátis: ponto polêmico este. Como a gratuidade de acesso se dá na maioria das vez por publicidade ou principalmente, por coleta e venda de dados pessoas, as questões relacionadas a privacidade devem ser discutidas e as pessoas poderão pagar para ter acesso aos serviços que desejam apenas para proteger seus dados. Será?
  10. Compartilhamento: Calma…. É isso mesmo. As pessoas querem compartilhar e não importa onde. As plataformas devem estar preparadas para o compartilhamento onde quer que as pessoas estejam: Facebook, Twitter, GPlus. As futuras redes sociais de sucesso serão aquelas que vão permitir aos usuários quebrarem as barreiras de plataformas e conteúdo.
  11. Crescimento da China: é.. também aqui, veremos o enorme crescimento da China e seus impactos na Internet. Novos serviços e aplicações criadas especialmente para eles e os chineses usando as demais já existentes. Já pensou quantos vídeos chineses veremos no Youtube neste ano?
  12. Publicidade Online: teremos um crescimento cada vez maior de campanhas em tempo-real. Aquelas em que os resultados são coletados e enviados em tempo real, permitindo a tomada de decisão automatizada para melhorar os resultados, quase uma inteligência artificial – exagero meu para melhor conceituar.
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Um movimento está ganhando forma e força para transformar os negócios e o modo como consumimos e vivemos. Esse movimento sinaliza o surgimento de uma nova economia, baseada em informação, criatividade, transparência e colaboração.

O consumo colaborativo que víamos em coisas usuais como compartilhamento, escambo, empréstimo, troca e aluguel entre pessoas, está sendo turbinado e disseminado pelas redes sociais, dispositivos móveis e geolocalização, tecnologias que permitem qualquer pessoa encontrar locais, produtos e serviços disponíveis e compartilháveis ao redor do mundo.

A filosofia do consumo colaborativo é capaz de nos ajudar a economizar dinheiro e passar de consumidores passivos a colaboradores ativos.

O vídeo abaixo, da Collaborative Consumption, conta a história do consumo colaborativo e explora dados bem interessantes sobre o comportamento do consumidor e as mudanças que teremos no mundo:

 

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Quem não gostaria de saber como vai ser o futuro? Só que quando falamos de tecnologia fica realmente difícil fazer previsões. Mas o pessoal da Neolabels pesquisou e chegou a 15 principais fatores sobre como vai ser o futuro da internet em 2015.

Usando como referencia dados de 2010 e tendências de mercado, vemos um cenário ainda promissor e muito, muito viável. Eles chamam de DigitalLife. Quer saber por que? Não perca tempo e veja este vídeo:

Digital Life: Today & Tomorrow from Neo Labels on Vimeo.

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Comecei o ano com o Free de Chris Anderson.  Ele já estava há algum tempo cabeceira, aguardando na fila. Aproveitei as férias para ler o livro que busca mostrar como realmente são os preços no mundo virtual e suas diferenças para o mundo real.

O livro é interessante, mas traz poucas novidades para quem já trabalha com web, principalmente para os webnatives. De qualquer forma, é sempre bom ver um nome de peso embasando de forma estruturada esta realidade.

Ele nos mostra como a economia da reputação pode afetar a oferta de produtos e sua cobrança, gerando novos modelos de negócios. E, por falar em modelos, o livro está repleto de modelos e exemplos de como atuar usando o Grátis.

Destaco a seguir, trechos do livro. Fiz um apanhando de várias páginas:

A questão hoje para os consumidores, não é quanto custa, mas por que eu deveria pagar.

Este comportamento não é fruto de arrogância ou sentimento de merecimento, mas sim da experiência. A geração Google, cresceu no mundo do grátis, e pressupõe que tudo o que é digital é grátis. Estas pessoas estão cada vez menos dispostas a pagar pelo conteúdo e outras formas de entretenimento por terem tantas alternativas grátis. Esta é uma geração que não pensaria em cometer pequenos furtos em uma loja, mas que não pensa duas vezes antes de fazer o download de músicas em sites de compartilhamento de arquivos.

Como é possível concorrer com o grátis? Basta oferecer algo melhor ou pelo menos diferente da versão gratuita. Outra forma é transcender a abundância para encontrar a escassez adjacente. Se o software é livre, venda o suporte.

O grátis não é uma pílula mágica. Dar o que você faz não o tornará rico. Você precisa pensar com criatividade em como converter a reputação e a atenção que pode obter com o grátis em dinheiro.

Extrair um modelo de negócios do grátis nem sempre é fácil, especialmente quando seus usuários passam a esperar a gratuidade. Veja o exemplo do Twitter. Depois de assumir o controle do mundo, ou pelo menos do mundo dos geeks, o Twitter agora se vê precisando ganhar dinheiro suficiente para cobrir as contas de Internet.

O Youtube ainda está com dificuldades para traduzir sua popularidade em faturamento e o Facebook está vendendo anúncios por centavos depois que as tentativas de cobrar por propaganda intrusiva levaram a reações negativas dos usuários.

Os custos psicológicos e econômicos que sustentam o grátis continuam tão bons como sempre _ o custo marginal de qualquer coisa digital cai 50% a cada ano, o que torna a precificação uma corrida na direção do zero, e o grátis tem muito mais poder sobre a psique do consumidor do que nunca.  Mas isso significa que o grátis não basta. Ele precisa da contraparte do pago.

Enfim, recomendo e considero leitura obrigatória para qualquer pessoa que queira estar em qualquer mercado no século XXI e fazer parte do mundo, que já é 2.0.

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amazon-300x300A Amazon está para a era da informação assim como a Ford está para a era da industrialização.

Desde que me entendo por gente aprendi que a Ford mudou toda uma Era criando novos paradigmas. E é exatamente isso que a Amazon vem fazendo desde que foi criada. A frase acima está em uma entrevista com Andreas Weigend. Andreas, combinando idéias acadêmicas com demandas de negócios, ajudou a desenhar os ideais centrados no consumidor e focado nas métricas, nos quais o sucesso da Amazon se baseia.

E ele explica como a Amazon se tornou modelo para empresas alavancarem o poder da Web 2.0+ para vender e se comunicar com clientes de forma antes impensáveis e acabou por criar os conceitos de marketing social que move a rede hoje.

Através do conhecimento de quem são as pessoas do outro lado, na Amazon, pesquisam a fundo a navegação e cada clique dos usuários. Com estas informações, desde o início do site, criaram alguns conceitos que hoje são óbvios para qualquer varejo online como lista de desejos, resenhas de avaliação e recomendações. Estes conceitos deram muito certo porque possibilitaram às as pessoas expressar seu desejo de compartilhar suas experiências e aspirações, criando oportunidades de captar, medir, conectar dados e utilizá-los no desenvolvimento do marketing social.

Pesquisas mostram que o marketing social (ou de redes sociais) costuma ser de cinco a dez vezes mais eficaz que outras formas de marketing. Isso porque é melhor ouvir a recomendação ou reclamação de seu amigo do que acreditar em uma propaganda. É como sempre se fez, no boca a boca, só que agora fácil e rápido pelos meios digitais e não mais restritos apenas a seu circulo de amigos. E assim todos viraram marketeiros. Se eu adoro um produto, eu falo dele, se não gosto, falo também. Então enquanto empresa, faça um bom trabalho/produto e falarão de você. Não faça e falarão também. E se deseja atrair a atenção das pessoas, faça através do marketing social positivo. Mas não adianta usar a rede apenas para autopromoção ou divulgação.

Embora algumas empresas apresentem cases, de um modo geral as pessoas estão nas redes sociais para se comunicar e não para comprar coisas.

Cada vez mais pessoas usam a rede para divulgar suas experiências. Nesta semana, vi o vídeo “United Breaks Guitars“. Um músico profissional teve seu violado estragado, após reclamar muito com a Cia área, e não obter resposta, fez um clipe e postou no YouTube – que teve mais 5 milhões de acessos . Além do vídeo, é interessante observar os comentários, todos se sentem motivados a enviar também suas experiências sobre esta ou outra empresa. Não existe como limitar ou bloquear estas manifestações, mas por outro lado nunca foi tão fácil entender o que quer o consumidor e pensar em como lhe oferecer melhores produtos e serviços.

Se o movimento de marketing social iniciou com os visionários da Amazon, nada melhor do que ficar de olho na empresa que continua inovando e fazendo a web evoluir.

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A Amazon está para a era da informação assim como a Ford está para a era da industrialização.

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