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Kaisen A frase título resume bem o Kaisen, filosofia japonesa que supõe que cada aspecto de nossa vida merece ser melhorado constantemente, e difunde como conceitos base: qualidade, esforço, voluntariedade em mudar, comunicação e, para o âmbito corporativo, envolvimento de todos os empregados.

No ocidente pensamos que melhorias e mudanças devem ser drásticas para gerar resultados, mas os orientais acreditam que até pequenas e constantes mudanças, mesmo sendo fáceis e baratas de serem implementadas, podem gerar redução de custos, melhoria da qualidade, e/ou aumento da produtividade e eficiência.

Kaisen é uma busca diária com o objetivo de melhorar. É um processo que quando bem implementado, humaniza o ambiente de trabalho, reduz o desperdício e estimula as pessoas a experimentar novas soluções.

Apesar de ter iniciado após a Segunda Guerra Mundial, e ter como maior inspiração o sucesso no Sistema de Produção da Toyota, este modelo se mostra cada dia mais forte e atraente.

Os agilistas têm difundido e incorporado estes princípios com sucesso em seus projetos. A cada retrospectiva temos a oportunidade de rever o que aconteceu, entender os erros, propor melhorias e experimentá-las já no novo sprint.

De um modo geral, equipes auto-gerenciadas são mais maduras e preparadas para esta abordagem, e assim, contribuem com prazer, atingindo os objetivos já citados da melhoria contínua: redução de custos, melhoria da qualidade, e/ou aumento da produtividade e eficiência.

Mesmo que em sua empresa estes conceitos não sejam institucionalizados, acho válido um teste pessoal, como um desafio. Existem tantos e tantos aspectos a serem melhorados, que nem vai ser difícil começar.

A cada dia se pergunte: o que posso melhorar hoje?

Boa sorte!!

Para saber mais:

A frase título resume bem o Kaisen, que mais do que uma prática japonesa, é uma filosofia.
Esta filosofia supõe que cada aspecto de nossa vida merece ser melhorado constantemente e difunde como conceitos base: qualidade, esforço, voluntariedade em mudar, comunicação e, para o âmbito corporativo, envolvimento de todos os empregados.
No ocidente pensamos que melhorias e mudanças devem ser drásticas para gerar resultados, mas os orientais acreditam que apesar de pequenas e constantes, mesmo sendo fáceis e baratas de serem implementadas, podem gerar redução de custos, melhoria da qualidade, e/ou aumento da produtividade e eficiência.
Kaisen é uma busca diária com o objetivo de melhorar. É um processo que quando bem implementado, humaniza o ambiente de trabalho, reduz o desperdício e estimula as pessoas a experimentar novas soluções.
Apesar de ter iniciado após a Segunda Guerra Mundial, e ter como maior inspiração o sucesso no Sistema de Produção da Toyota, este modelo se mostra cada dia mais forte e atraente.
Os agilistas têm difundido e incorporado estes princípios com sucesso em seus projetos. A cada sprint, temos a oportunidade de rever o que aconteceu, entender os erros e propor melhorias e experimentá-las já no novo sprint.
De um modo geral, equipes auto-gerenciadas são mais maduras e preparadas para esta abordagem, e assim, contribuem com prazer, atingindo os objetivos já citados da melhoria contínua: redução de custos, melhoria da qualidade, e/ou aumento da produtividade e eficiência.
Mesmo que em sua empresa estes conceitos não sejam institucionalizados, acho válido um teste pessoal, como um desafio. Existem tantos e tantos aspectos que nem vai ser difícil começar.
A cada dia se pergunte: o que posso melhorar hoje?
Boa sorte!!

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Nova pesquisa neurológica mostra que aprender com o fracasso é mais difícil que porque a mente ignora nossos equívocos.

A capacidade de aprender com os próprios erros é uma qualidade tão desejável quanto rara. Mesmo sabendo que deveria ser fácil evitar a repetição de equívocos, seja na vida ou no trabalho, todos reconhecemos que nem sempre a realidade é tão simples.

O neurocientista Earl Miller, chefe de pesquisa do Picower Institute for Learning and Memory do MIT, tem uma explicação para esta dificuldade: é mais fácil para o cérebro aprender os acertos. Miller defende essa tese  em um estudo que se tornou um dos papers mais citados pela comunidade científica norte-americana e européia no ano passado, segundo a revista científica The Scientist. O estudo também foi divulgado pela Neuron.

Uma das descobertas da neuro-ciência é que o cérebro possui a capacidade de mudar a si mesmo (o que inclui estimular uma área cerebral em detrimento da outra) – fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Até agora, não se sabia o que deflagrava no cérebro este fenômeno. Miller diz que é o sucesso. Surpreendentemente, o fracasso não tem impacto na plasticidade cerebral. “Estas conclusões podem ser cruciais para entendermos e aprimorarmos o modo como ensinamos e motivamos as pessoas”, diz o cientista.

A pesquisa de Miller baseou-se no estudo do cérebro de macacos. Sua equipe deu aos animais uma tarefa simples: eles deveriam escolher uma entre duas imagens. Quando escolhiam a imagem A, deveriam olhar para a esquerda. Caso a escolhida fosse a B, deveriam olhar para a direita. Os macacos que olhavam para na direção correta eram recompensados com sucos de frutas. As funções cerebrais  dos macacos foram acompanhadas ao longo do estudo. “Neurônios no córtex pré-frontal, região que onde o cérebro registra o sucesso ou o fracasso, ficavam estimulados depois da tentativa bem-sucedida”, diz o cientista. A estimulação durava vários segundos, tornando o cérebro mais eficiente na execução da tarefa na segunda vez. O fracasso por sua vez, não provocava alterações na atividade cerebral. Ou seja, o cérebro dos macacos não acumulou informações sobre o que dava errado. Ao errar uma vez, isso não o impedia de continuar errando. Ao acertar, porém, o macaco se tornava cada vez mais hábil para continuar acertando.

Isso quer dizer que estamos condenados a repetir o fracasso? Não necessariamente, diz Miller. “Note bem que esta pesquisa envolveu apenas a recompensa, e não a punição”, diz ele contemporizando. O cérebro aprende com o erro, mas de forma mais dura. Ratos aprendem com choques no laboratório. Serem humanos aprendem repetindo de ano, perdendo na bolsa, sendo demitidos. Mas o aprendizado pelo sucesso é fácil e, segundo a equipe do MIT, mais efetivo.

O cérebro gosta mais de aprender com os acertos do que com os erros.

Texto extraído de Época Negócios:  Inteligência – Neurociência – pag 61. Edição de Edson Porto.

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O Gerente MinutoO livro foi bem recomendado por uma amiga. Depois de algumas buscas pela web, reconheço que iniciei a leitura com um pouco de preconceito. O preconceito aumentou ainda mais quando percebi o tom de auto-ajuda e texto muito direcionado para o perfil do “americano médio”.

Achei que não ia perder muito tempo em ler. Deixei então de lado todo o meu preconceito, que neste ponto já estava nas alturas e segui.

Encontrei uma pequena “fábula” do mundo corporativo. Um novato encontra um gerente experiente e altamente eficaz que lhe passa os segredos para uma a excelência na gestão de pessoas.

Os conceitos básicos são interessantes e já bem conhecidos: pessoas satisfeitas consigo mesmas produzem bons resultados e são mais produtivas. Logo, a chave para aumentar a produtividade de sua equipe é a satisfação.

Mas como chegar a este ponto? E então ele ensina:

  • Objetivos Minuto – defina de forma clara os objetivos e faça a descrição exata do que espera que seja realizado. Assim, as pessoas sabem exatamente o que tem fazer para alcançar este resultado. O “como fazer” é discutido entre os envolvidos.
  • Elogios Minuto – com a frase “Flagre as pessoas fazendo a coisa certa”, nos encoraja a valorizar os acertos da equipe para estimular a repetição de bons comportamentos e resultados. Mostre sempre o que foi feito corretamente e como isso ajuda à empresa e às demais pessoas que nela trabalham. É fácil perceber como este discurso ainda reforça o espírito de equipe!
  • Repreensões Minuto – agora o outro lado da moeda: todo erro deve ser sinalizado o mais breve possível. Se estava claro o que devia ser feito, e o profissional tinha todos os recursos e meios para isso, por que não se fez a coisa certa? Mostre respeito pelo profissional e sua importância na empresa, mas repreenda a ação. Mostre claramente o que erro e porque não pode aceitá-lo.

De um modo geral, as pessoas trabalham em “tentativa e erro”, ou quase às cegas, sem retorno e sem saber se o que estão fazendo está certo ou não. Os erros somente são apontados quando se chega a um limite. Quase como uma surpresa pois sempre se trabalhou daquela forma.

A grande questão é que todos gostam mais de acertar do que de errar. Se indicarmos claramente onde a pessoa acerta e erra, será mais fácil com o tempo, vê-la acertando mais do que errando. Se apontarmos claramente o erro, mas valorizarmos as pessoas, elas vão tentar evitá-los e evoluir.

Independente de sua posição, estas são ações fáceis de serem colocadas em prática, e de experimentar. E, se ainda estiver em dúvida quanto à sua eficácia, inverta os papéis e pense se não gostaria de ser orientado desta forma.

Sobre o livro:
O Gerente Minuto
– Keneth Blanchard & Dr. Spencer Johnson – 112 páginas – Record

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