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Posts Tagged ‘Inovação’

Tudo bem que o vídeo é o anúncio de um livro. Mas contém dicas rapidinhas de como começar a inovar em três passos. São só dois minutos – mesmo:

Identifique os sinais que indicam a necessidade de mudança.

Crie um cenário: o que acontecerá se você não mudar?

Análise pre-mortem: escreva uma carta para você mesmo. Imagine-se daqui a cinco anos e liste tudo o que deu errado e o porquê. Simples, não?

O vídeo ainda tem um exemplo para ilustrar. Mas se eu contar vocês não vão precisar assistir.  🙂 http://www.innosight.com/innovation-resources/the-innovators-paradox.cfm

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Um movimento está ganhando forma e força para transformar os negócios e o modo como consumimos e vivemos. Esse movimento sinaliza o surgimento de uma nova economia, baseada em informação, criatividade, transparência e colaboração.

O consumo colaborativo que víamos em coisas usuais como compartilhamento, escambo, empréstimo, troca e aluguel entre pessoas, está sendo turbinado e disseminado pelas redes sociais, dispositivos móveis e geolocalização, tecnologias que permitem qualquer pessoa encontrar locais, produtos e serviços disponíveis e compartilháveis ao redor do mundo.

A filosofia do consumo colaborativo é capaz de nos ajudar a economizar dinheiro e passar de consumidores passivos a colaboradores ativos.

O vídeo abaixo, da Collaborative Consumption, conta a história do consumo colaborativo e explora dados bem interessantes sobre o comportamento do consumidor e as mudanças que teremos no mundo:

 

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Precisa dizer mais?

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Adorei este singelo vídeo que nos mostra 29 simples maneiras de se manter criativos. É fácil lembrar do ócio criativo quando lemos alguns dos itens, mas pensando bem…. Apenas conseguimos ser criativos de fato quando estamos tranquilos. Outro fator importante é a experimentação.

Se nos abrimos para novidades e estas novidades podem ser simples como novas músicas, livros, lugares, pessoas, comidas é mais fácil pensarmos em coisas e questões distintas do nosso cotidiano e então podemos ser criativos para o “de sempre”.

Criatividade também é chave para a inovação. Nesta era do conhecimento, estes são itens fundamentais não apenas para quem quer sobreviver, mas principalmente para quem deseja vencer.

Chega de blá blá blá e vamos ao Vídeo:

  1. Faça listas
  2. Carregue um caderno a todos os lugares
  3. Tente escrever livremente
  4. Fique longe do computador
  5. Pare de se colocar para baixo
  6. Tenha pausas – tire uma folga
  7. Cante no chuveiro
  8. Beba um café
  9. Ouça novas músicas
  10. Esteja aberto
  11. Se cerque de pessoas criativas
  12. Peça feedback
  13. Colabore
  14. Não desista
  15. Pratique, pratique, pratique
  16. Permita-se errar
  17. Vá a novos lugares
  18. Conte suas bênçãos
  19. Descanse – muito!
  20. Arrisque-se
  21. Quebre as regras
  22. Não force
  23. Leia uma página no dicionário
  24. Crie um framework
  25. Pare de tentar ser perfeito para alguém
  26. Teve uma idéia? Escreva!
  27. Mantenha seu espaço de trabalho limpo
  28. DIVIRTA-SE
  29. Termine algo

E para você, qual é o item 30 que completa a lista?

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Workaholism

Estou lendo o Rework da 37Signals, que já promete pelo DNA. Leitura fácil e conceitos hum… ótimos, para quem foca em resultados.

Ainda estou no início, mas resolvi fazer uma tradução livre de um dos capítulos. Conforme avançar, vou postando mais… Espero que gostem e que seja útil.

O tema então é “Workaholism”, para o qual não tenho nenhuma sugestão em português. Vai assim mesmo, acho melhor do que: o hábito de ser viciado em trabalho… 🙂

Workholism

Nossa cultura celebra a idéia do workaholic. Sempre escutamos pessoas falarem sobre trabalhar até tarde, virar noite e até dormir no escritório. Consideram uma honra se matar por um projeto. Qualquer trabalho é muito trabalho.

Este comportamento não é só desnecessário, é estúpido. Trabalhar mais não significa que você obteve melhores resultados. Apenas significa que você trabalhou mais.

Workholics vivem mais criando problemas do que resolvendo. Primeiro, trabalhar assim não é sustentável em longo prazo. E quando a exaustão chega – e chega – seu impacto e força são muito maiores.

Workholics perdem o ponto também. Tentam resolver problemas dedicando horas a eles. Tentam compensar a preguiça intelectual com a força bruta.  O que resulta em soluções pouco elegantes.

Chegam até a criar crises. Não procuram formas de serem mais eficientes porque simplesmente gostam de trabalhar a mais.  Gostam de se sentir como heróis. E criam problemas (muitas vezes involuntariamente) apenas para trabalhar mais.

Workaholics fazem com que as pessoas que não trabalham até mais tarde se sintam inadequadas ou como se apenas cumprissem o horário. Isso gera um sentimento de culpa e moral baixo por todo o ambiente. E mais, reforça o conceito de “bater o ponto” – onde as pessoas ficam apenas por obrigação e mesmo que não estejam sendo produtivas.

Se tudo o que você faz é trabalhar, você pode perder o poder de avaliação. Seus valores e decisões podem ficar um pouco deturpados. Você perde a capacidade de decidir se um esforço extra vale a pena ou não. E termina exausto. E ninguém toma boas decisões exausto.

No fim, workaholics não produzem mais do que os non-workaholics. Eles se auto-intitulam perfeccionistas, mas estão apenas perdendo tempo alterando detalhes insignificantes ao invés de seguir em frente.

Workholics não são heróis. Eles não salvam o dia, apenas o gastam. O herói de verdade já está em casa porque conseguiu um jeito mais rápido e inteligente de finalizar seu trabalho.

Para saber mais:

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top30innovPara comemorar os seus 30 anos, o programa Nightly Business Report em parceria com a Knowledge@Wharton pesquisou quais foram as 30 inovações que transformaram o mundo nos últimos 30 anos.

Foram mais de 1200 sugestões – que variavam de baterias de lítio ao botão “mute”; de GPS a mala de rodinhas – e um grupo de oito juízes da Wharton teve a dura missão de revisar e selecionar as 30 inovações em uma era dominada por tecnologias digitais, medicina altamente avançada e comunicação móvel.

Primeiro tiveram que definir o que seria inovação. Decidiram então que inovação é algo novo que cria novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Claro que esta percepção varia de acordo com o que acontece na economia no momento, mas também com as expectativas das pessoas em relação ao futuro e às mudanças que poderão realizar no mundo.

E qual foi o número 1? A internet, claro ! Segundo a comissão julgadora, isso se deve ao fato de a Internet ser uma inovação que criou toda uma nova “indústria” e gerou várias outras tecnologias e … inovações. Hoje é difícil encontrar algum aspecto da vida social ou pessoal; ou ainda dos negócios que não use a internet.

Contou pontos também o fato da internet eliminar as barreiras que restringiam o acesso ao conhecimento e as possibilidades de partilhá-lo, além de seu impacto na vida das pessoas independente de sua localização geográfica ou classe social.

Curioso? Então vamos à lista:
1. Internet, banda larga, WWW (browser, html)
2. Computador, laptop
3. Telefone celular
4. E-mail
5. Teste de DNA e mapeamento genético
6. Ressonância magnética
7. Microprocessadores
8. Fibra-ótica
9. Software de gestão
10. Cirurgia robótica/laser
11. Aplicativos de código aberto (software livre)
12. Diodos de emissão da luz
13. Cristal líquido (LCD)
14. Sistemas GPS
15. E-commerce e leilões eletrônicos
16. Sistemas de compressão de arquivos multimídia (jpg, mp3)
17. Microfinanças
18. Energia solar fotovoltaica
19. Turbinas de vento de larga escala
20. Redes sociais pela internet
21. Interface gráfica de usuário (GUI)
22. Fotografia e videografia digitais
23. RFID (Identificador por radiofrequência) e aplicativos (ex: EZ Pass)
24. Plantas transgênicas
25. Biocombustíveis
26. Código de barras
27. Caixas automáticos (ATM)
28. Stents
29. Memória Flash SRAM
30. Tratamentos retrovirais contra a AIDS

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