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Archive for the ‘Gestão’ Category

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Ficamos conectados a maior parte do tempo. A mobilidade plena é uma realidade. Estamos disponíveis praticamente 24×7 e é muito mais fácil manter contato online, através das redes sociais ou inúmeros outros serviços de mensagens instantâneas. Mas… esta comunicação é de fato a mais eficaz? A Cisco fez esta pesquisa interessante.

Fonte: http://www.cisco.com/web/telepresence/economist-infographic.html

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Tudo bem que o vídeo é o anúncio de um livro. Mas contém dicas rapidinhas de como começar a inovar em três passos. São só dois minutos – mesmo:

Identifique os sinais que indicam a necessidade de mudança.

Crie um cenário: o que acontecerá se você não mudar?

Análise pre-mortem: escreva uma carta para você mesmo. Imagine-se daqui a cinco anos e liste tudo o que deu errado e o porquê. Simples, não?

O vídeo ainda tem um exemplo para ilustrar. Mas se eu contar vocês não vão precisar assistir.  🙂 http://www.innosight.com/innovation-resources/the-innovators-paradox.cfm

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Esta foi a notícia que, para mim, encerrou 2011:  “Volkswagen limita uso de e-mail corporativo para funcionários”, onde soube que a VW limita o acesso aos e-mails corporativos em até meia hora antes e depois do horário de trabalho. Chamou minha atenção, especialmente por perceber que a maior parte dos profissionais que conheço hoje mantém exatamente o comportamento contrário: independente da hora do dia (ou da noite) as mensagens são enviadas, respondidas, ou ao menos lidas.

A falta de limite no horário de consulta das mensagens gera enorme estresse, um senso de urgência que muitas vezes não existe e fadiga emocional. Sem citar, claro, a queda na produtividade real ao longo do tempo… Um estudo indica que os americanos verificam suas mensagens em média a cada 15 minutos, mesmo fora do seu horário de trabalho. Como descansar? É muito mais do que ser “geração stand by”

Óbvio que entendo que urgências tem que ser atendidas o quanto antes, e que sempre existem exceções, mas  iniciativa da Volks é tão única que se destaca.

Com tantos dispersores de atenção no nosso dia a dia (começando pelas redes sociais e terminando onde você quiser) é muito fácil perder o foco e acabar tendo que trabalhar até bem mais tarde para cumprir apenas o que poderia ser feito em sua própria jornada de trabalho. Algumas empresas já limitam o horário de disponibilidade da rede, por exemplo… Limitar agora os e-mails seria mais uma forma de doutrinar?

Ainda não está claro que será uma tendência ou apenas uma ação isolada por medo de leis trabalhistas. Talvez não vire regra com o ritmo frenético e de semi-escravidão imposto pelos chineses que estão chegando com tudo em praticamente todos os setores de nossa economia.  Mas vale prestar atenção neste movimento.

Ao final da notícia, tem algumas dicas e reproduzo uma aqui que pode ser útil: “Não existem emergências por e-mail. Se for algo urgente, a pessoa vai ligar, enviar um SMS ou encontrar outra maneira para falar com você”.

Não seria uma boa meta para 2012, começar a definir e limitar melhor seu tempo livre?

Leia a notícia completa no IDGNOW

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Pós post: vejam o encontrei ontem:

50% do acesso primário ao e-mail corporativo será móvel até 2016, diz Gartner
O Gartner divulgou nesta terça-feira, 3, suas previsões para os próximos anos na área de tecnologia da informação no mundo. Entre os principais prognósticos dos analistas do instituto de pesquisa, está o de que até 2016 pelo menos 50% dos usuários de e-mail corporativo dependerão primariamente de um smartphone, tablet ou outro dispositivo móvel para acessar o serviço, ficando a outra metade para a conexão via desktop.  Ainda de acordo com o estudo, até 2015 os projetos de desenvolvimento de aplicações voltadas para smartphones e tablets superarão os projetos nativos de PCs a uma taxa de quatro para um.
Fonte: Cidade Marketing

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Neste final de semana vi o filme Julie&Julia. OK, é totalmente feminino e retrata a vida de Julia Child, autora de livros de culinária e apresentadora de televisão norte-americana, e a tentativa de Julie Powell  de cozinhar todas as 524 receitas de Julia Child.

Tudo bem que ao final do filme você está louco para experimentar aquelas comidas e com vontade de cozinhar, mas o que mais me chamou a atenção foi a atitude delas:

Julia, depois que descobre que ama cozinhar aprende a fazer isso e passa 8 anos escrevendo um livro de culinária, testando receitas e buscando uma editora que pudesse publicá-lo. Quando consegue, dizem que o livro não seria economicamente viável. Ela então se propõe a escrevê-lo novamente, reduzindo e simplificando o conteúdo. Mas como reduzir o que todos chamavam de “obra de arte”? Mantendo o foco. Desde o início, seu objetivo era produzir um livro de “receitas francesas para donas de casa sem empregadas domésticas”. E, sabendo exatamente o que queria foi ajustando e adequando seu texto e conseguiu transformar seu livro Mastering The Art of French Cooking em um best seller, fez um programa de TV e se tornou um celebridade nos EUA na década de 1960.

Julie também sabia claramente o que queria: cozinhar todas as receitas do livro de Julia em um ano. Também manteve o foco apesar de todas as dificuldades.  Cozinhou todos os dias para manter-se dentro do prazo. Refez receitas que não deram certo, e persistia e mirava sempre no seu objetivo: 524 receitas em 365 dias. Claro que conseguiu !

Mas e a Nintendo, onde entra nesta história?

Entra quando pensamos em como é importante manter o foco e o objetivo. A Nintendo tem uma história pouco conhecida: começou produzindo cartas, sim, cartas como as de baralho, e há pouco tempo revolucionou o mercado de videogame quando criou o Wii. A princípio pode parecer estranho mas ambas iniciativas estavam alinhadas com o objetivo da empresa: entretenimento para a família.

Hoje o Wii é o console mais vendido, contando com participação expressiva de mulheres e 3ª idade, um público bem diferente do usual para videogames. A Nintendo integra diferentes idades e alcança seu objetivo de gerar entretenimento para família.

Estes exemplos tão diferentes mostram a importância de se manter o foco no objetivo definido. Mostram que, embora o plano original tenha sido alterado e adaptado, os esforços direcionavam para o objetivo.

O PMBoK diz que em um projeto mudanças podem ocorrer desde que não alterem o objetivo do projeto. Se isso ocorrer, deve-se repensar na necessidade deste projeto.

Já o Manifesto Ágil prega que mudanças são mais importantes do que seguir um plano se for para agregar valor. Agregar valor é o objetivo principal.

Quando se determina claramente um objetivo fica fácil decidir e definir as prioridades em momentos de crise. Mesmo que os planos tenham que ser alterados.

Curiosidades:

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