O recesso de final de ano acaba hoje e estamos de volta com a dica da semana. E para começar o ano nada melhor do que as previsões. São 12 previsões pro mundo digital em 2012. Interessante e útil para pensarmos no nosso mercado. Acho que vocês vão curtir também.
- Gamification: o principio é simples: motivar e engajar pessoas através de técnicas e mecânicas de jogos, a situações diferentes deste contexto. Pontos, níveis, progresso, badges, moedas virtuais e aversão a perda são conceitos típicos de jogos mas estão no centro desta tendência que só faz crescer em áreas tão distintas quanto educação, trabalho e claro, lealdade de marcas. Apesar dos princípios serem simples, sua execução efetiva não é.
- Mobile Wallet: muitos de nós carregam o celular o tempo todo e ele está sempre ao nosso lado não importa o lugar. Ele se tornou tão necessário que o carregamos como fazemos com nossas carteiras. E se juntássemos as duas coisas? Existem muitas formas de se fazer isso, mas uma que tem chamado a atenção é a “Near Field Communication” (NFC), que permite transferência de dados com a proximidade. É aquele velho exemplo: você vai no mercadinho da esquina, enche seu carrinho e ao passar no caixa, ao invés de usar seu cartão de crédito, aproxima o seu celular. Pronto. Conta paga. Cada vez mais o celular terá importância em nossas vidas…
- Social TV: TV e social media serão alimentadas com uma explosão de ferramentas, tecnologias e plataformas de interação. Veremos inovações que permitirão as pessoas interagirem cada vez mais com seus programas prediletos de formas que ainda não pensamos.
- Videos online: ainda? Sim, ainda temos espaço para vídeos online. Mas em 2012 o consumo de vídeo será de outra forma em novos contextos. Com o crescimento de conceitos centrados no consumidor e do entretenimento em diversos formatos, os vídeos deixarão de ser consumidos nos devices mais conhecidos para serem consumidos a todo e qualquer momento, nos devices mais inusitados.
- Mobile Marketing: o futuro do Mobile maketing será cada será cada vez mais social, e local. É bom se acostumar com o termo “SoLoMo” (Social Local Mobile). As mensagens serão as que vão combinar relevância com localização em tempo real.
- Aplicativos: a única tendência que realmente importa para apps: Crescimento. É inevitável devido ao crescimento do número cada vez maior das vendas de iPhones e Androids. É uma corrida e os vencedores são os aplicativos que tem cada vez mais público.
- Social Commerce: é uma tendência que tem que estudada e implementada com cautela, uma vez que as pessoas nas redes sociais primariamente querem se divertir em uma relação genuína, com senso de comunidade e pertencimento.
- Dados e métricas: cada vez mais precisos. Social media vai funcionar cada vez mais como ferramenta precisa da opinião do consumidor. O desafio é identificar dentre as tantas mensagens as que realmente são significativas e incrementar seus produtos e serviços a partir destas interações.
- Consumidores pagarão de verdade pelo seu acesso grátis: ponto polêmico este. Como a gratuidade de acesso se dá na maioria das vez por publicidade ou principalmente, por coleta e venda de dados pessoas, as questões relacionadas a privacidade devem ser discutidas e as pessoas poderão pagar para ter acesso aos serviços que desejam apenas para proteger seus dados. Será?
- Compartilhamento: Calma…. É isso mesmo. As pessoas querem compartilhar e não importa onde. As plataformas devem estar preparadas para o compartilhamento onde quer que as pessoas estejam: Facebook, Twitter, GPlus. As futuras redes sociais de sucesso serão aquelas que vão permitir aos usuários quebrarem as barreiras de plataformas e conteúdo.
- Crescimento da China: é.. também aqui, veremos o enorme crescimento da China e seus impactos na Internet. Novos serviços e aplicações criadas especialmente para eles e os chineses usando as demais já existentes. Já pensou quantos vídeos chineses veremos no Youtube neste ano?
- Publicidade Online: teremos um crescimento cada vez maior de campanhas em tempo-real. Aquelas em que os resultados são coletados e enviados em tempo real, permitindo a tomada de decisão automatizada para melhorar os resultados, quase uma inteligência artificial – exagero meu para melhor conceituar.