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Depois de uma bem sucedida primeira edição, me animei. E já estamos a pleno vapor para a segunda edição do Conexões Digitais, que nesta edição trará o tema: Como a gamificação pode alavancar seus resultados e acontecerá em 04/fevereiro no auditório da FACHA.

Conexões Digitais é um evento gratuito para a apresentação de casos de sucesso e conceitos inovadores. É também uma oportunidade para networking relevante. Conta com a participação dos principais nomes do mercado brasileiro de Internet.

Nasceu do desejo de dar vez e voz ao mercado do Rio e permitir aproximação com pessoas que gostam e querem falar de internet e tudo mais que orbita este tema.  Deu certo! :)
Data: 04 de Fevereiro (Sábado) às 09:00h
Local: Auditório da FACHA (Rua Muniz Barreto, 51 – Botafogo)
Confirme sua presença: http://bit.ly/o69bSc
Entrada Gratuita, mas vagas limitadas !!!

PALESTRAS:
:: Essa tal de Gamificação: O que é, para quê veio e porquê você deve se importar.
Por Thiago Fontes (@ThiagoFontes).

Thiago Fontes é sociólogo, formado e mestrado pela University of Surrey (UK), Thiago tem 10 anos de experiência com inovação e design estratégico, na Europa e no Brasil. Empreendendo desde 2009, foi co-fundador da plataforma de financiamento colaborativo movere.me e desde 2011 se dedica à Kioos (@Kioos).

:: Gamification, muito além de pontos e medalhas.
Por Cayo Medeiros (@yogodoshi)

Gamificação não é tão simples quanto parece. Aprenda como aplicar gamificação da maneira correta em qualquer produto ou serviço através de princípios de game design, cases e fails.

Cayo Medeiros, é desenvolvedor front-end com foco em UX, formado em Design Gráfico Digital, agora está se tornando empreendedor ao fundar o Estou Jogando (www.estoujogando.com.br), uma rede social para gamers baseada em crowdsourcing e gamificação.

:: Gamification como ferramenta de branding para négocios.
Por Marcel Cohn (@MarcelmCohn).

Como a gamificação pode ser utilizada para alavancar novos negócios e ser um grande captador de publicidade e engajamento com seu público-alvo.

Marcel Cohn é especialista em Marketing e Comunicação Digital participando ativamente na construção do cenário de serviços online baseados em geolocalização no país. À frente de diversos projetos na área digital, palestrante de eventos como Rio Info e Encontro ESPM de Comunicação e Marketing, atualmente desenvolve estratégias para empresas aplicando a gamificação como elemento facilitador e agregador nos negócios.

:: Olá criatura de mil faces!  Em que time você joga, no jogo da vida?
Por Graça Taguti (@uhuh)

 O perfil do ser humano hoje:  o que ele quer, como age e  como se relaciona nas jogadas do cotidiano.

Graça Taguti é Jornalista, Publicitária, Palestrante, Mestre em Comunicação (em Novas Tecnologias da Comunicação e Cultura) pela UERJ e professora de Criação Publicitária,  Mídias Digitais, entre outras.

Acompanhe pelo Facebook: www.facebook.com/conexoesdigitais

>> Veja como foi a Primeira Edição do Conexões Digitais: Crowd – o poder das Multidões 

Tudo bem que o vídeo é o anúncio de um livro. Mas contém dicas rapidinhas de como começar a inovar em três passos. São só dois minutos – mesmo:

Identifique os sinais que indicam a necessidade de mudança.

Crie um cenário: o que acontecerá se você não mudar?

Análise pre-mortem: escreva uma carta para você mesmo. Imagine-se daqui a cinco anos e liste tudo o que deu errado e o porquê. Simples, não?

O vídeo ainda tem um exemplo para ilustrar. Mas se eu contar vocês não vão precisar assistir.  :) http://www.innosight.com/innovation-resources/the-innovators-paradox.cfm

O recesso de final de ano acaba hoje e estamos de volta com a dica da semana. E para começar o ano nada melhor do que as previsões. São 12 previsões pro mundo digital em 2012. Interessante e útil para pensarmos no nosso mercado. Acho que vocês vão curtir também.

  1. Gamification: o principio é simples: motivar e engajar pessoas através de técnicas e mecânicas de jogos, a situações diferentes deste contexto. Pontos, níveis, progresso, badges, moedas virtuais e aversão a perda são conceitos típicos de jogos mas estão no centro desta tendência que só faz crescer em áreas tão distintas quanto educação, trabalho e claro, lealdade de marcas. Apesar dos princípios serem simples, sua execução efetiva não é.
  2. Mobile Wallet: muitos de nós carregam o celular o tempo todo e ele está sempre ao nosso lado não importa o lugar. Ele se tornou tão necessário que o carregamos como fazemos com nossas carteiras. E se juntássemos as duas coisas? Existem muitas formas de se fazer isso, mas uma que tem chamado a atenção é a “Near Field Communication” (NFC), que permite transferência de dados com a proximidade. É aquele velho exemplo: você vai no mercadinho da esquina, enche seu carrinho e ao passar no caixa, ao invés de usar seu cartão de crédito, aproxima o seu celular. Pronto. Conta paga. Cada vez mais o celular terá importância em nossas vidas…
  3. Social TV: TV e social media serão alimentadas com uma explosão de ferramentas, tecnologias e plataformas de interação. Veremos inovações que permitirão as pessoas interagirem cada vez mais com seus programas prediletos de formas que ainda não pensamos.
  4. Videos online: ainda? Sim, ainda temos espaço para vídeos online. Mas em 2012 o consumo de vídeo será de outra forma em novos contextos. Com o crescimento de conceitos centrados no consumidor e do entretenimento em diversos formatos, os vídeos deixarão de ser consumidos nos devices mais conhecidos para serem consumidos a todo e qualquer momento, nos devices mais inusitados.
  5. Mobile Marketing: o futuro do Mobile maketing será cada será cada vez mais social, e local. É bom se acostumar com o termo “SoLoMo” (Social Local Mobile). As mensagens serão as que vão combinar relevância com localização em tempo real.
  6. Aplicativos: a única tendência que realmente importa para apps: Crescimento. É inevitável devido ao crescimento do número cada vez maior das vendas de iPhones e Androids. É uma corrida e os vencedores são os aplicativos que tem cada vez mais público.
  7. Social Commerce: é uma tendência que tem que estudada e implementada com cautela, uma vez que as pessoas nas redes sociais primariamente querem se divertir em uma relação genuína, com senso de comunidade e pertencimento.
  8. Dados e métricas: cada vez mais precisos. Social media vai funcionar cada vez mais como ferramenta precisa da opinião do consumidor. O desafio é identificar dentre as tantas mensagens as que realmente são significativas e incrementar seus produtos e serviços a partir destas interações.
  9. Consumidores pagarão de verdade pelo seu acesso grátis: ponto polêmico este. Como a gratuidade de acesso se dá na maioria das vez por publicidade ou principalmente, por coleta e venda de dados pessoas, as questões relacionadas a privacidade devem ser discutidas e as pessoas poderão pagar para ter acesso aos serviços que desejam apenas para proteger seus dados. Será?
  10. Compartilhamento: Calma…. É isso mesmo. As pessoas querem compartilhar e não importa onde. As plataformas devem estar preparadas para o compartilhamento onde quer que as pessoas estejam: Facebook, Twitter, GPlus. As futuras redes sociais de sucesso serão aquelas que vão permitir aos usuários quebrarem as barreiras de plataformas e conteúdo.
  11. Crescimento da China: é.. também aqui, veremos o enorme crescimento da China e seus impactos na Internet. Novos serviços e aplicações criadas especialmente para eles e os chineses usando as demais já existentes. Já pensou quantos vídeos chineses veremos no Youtube neste ano?
  12. Publicidade Online: teremos um crescimento cada vez maior de campanhas em tempo-real. Aquelas em que os resultados são coletados e enviados em tempo real, permitindo a tomada de decisão automatizada para melhorar os resultados, quase uma inteligência artificial – exagero meu para melhor conceituar.

Esta foi a notícia que, para mim, encerrou 2011:  “Volkswagen limita uso de e-mail corporativo para funcionários”, onde soube que a VW limita o acesso aos e-mails corporativos em até meia hora antes e depois do horário de trabalho. Chamou minha atenção, especialmente por perceber que a maior parte dos profissionais que conheço hoje mantém exatamente o comportamento contrário: independente da hora do dia (ou da noite) as mensagens são enviadas, respondidas, ou ao menos lidas.

A falta de limite no horário de consulta das mensagens gera enorme estresse, um senso de urgência que muitas vezes não existe e fadiga emocional. Sem citar, claro, a queda na produtividade real ao longo do tempo… Um estudo indica que os americanos verificam suas mensagens em média a cada 15 minutos, mesmo fora do seu horário de trabalho. Como descansar? É muito mais do que ser “geração stand by”

Óbvio que entendo que urgências tem que ser atendidas o quanto antes, e que sempre existem exceções, mas  iniciativa da Volks é tão única que se destaca.

Com tantos dispersores de atenção no nosso dia a dia (começando pelas redes sociais e terminando onde você quiser) é muito fácil perder o foco e acabar tendo que trabalhar até bem mais tarde para cumprir apenas o que poderia ser feito em sua própria jornada de trabalho. Algumas empresas já limitam o horário de disponibilidade da rede, por exemplo… Limitar agora os e-mails seria mais uma forma de doutrinar?

Ainda não está claro que será uma tendência ou apenas uma ação isolada por medo de leis trabalhistas. Talvez não vire regra com o ritmo frenético e de semi-escravidão imposto pelos chineses que estão chegando com tudo em praticamente todos os setores de nossa economia.  Mas vale prestar atenção neste movimento.

Ao final da notícia, tem algumas dicas e reproduzo uma aqui que pode ser útil: “Não existem emergências por e-mail. Se for algo urgente, a pessoa vai ligar, enviar um SMS ou encontrar outra maneira para falar com você”.

Não seria uma boa meta para 2012, começar a definir e limitar melhor seu tempo livre?

Leia a notícia completa no IDGNOW

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Pós post: vejam o encontrei ontem:

50% do acesso primário ao e-mail corporativo será móvel até 2016, diz Gartner
O Gartner divulgou nesta terça-feira, 3, suas previsões para os próximos anos na área de tecnologia da informação no mundo. Entre os principais prognósticos dos analistas do instituto de pesquisa, está o de que até 2016 pelo menos 50% dos usuários de e-mail corporativo dependerão primariamente de um smartphone, tablet ou outro dispositivo móvel para acessar o serviço, ficando a outra metade para a conexão via desktop.  Ainda de acordo com o estudo, até 2015 os projetos de desenvolvimento de aplicações voltadas para smartphones e tablets superarão os projetos nativos de PCs a uma taxa de quatro para um.
Fonte: Cidade Marketing

A lista é simples, mas não deixe de ver o vídeo com as explicações e exemplos de Tom Hulme

1. Desafie seus questionamentos e perguntas.
2. Abrace a diversidade
3. Seja centrado no usuário e
experimente a experiência
4. Avalie ambientes análagos
5. Olhe para os extremos
6. Avalie todo o processo
7. Faça protótipos
8. Pense em histórias não só conceitos
9. Se tiver dúvidas, esteja aberto
10. Projete cada detalhe
11.Esteja aberto ao feedback
12. E interaja – aja a partir do feedback

Back to the basics !

Atrair um cliente ou prospect ao seu site já não é fácil. Manter o seu interesse e reter sua atenção é ainda mais difícil. É importante projetar o seu site para reduzir a frustração dos usuários ao mínimo e maximizar a retenção. A imagem abaixo tem alguns exemplos simples do que fazer e não fazer quando projetar o seu site.

As informações são do econsultancy.com, bx.businessweek.com, usability.gov and forrester.com.
E a imagem do http://blog.kissmetrics.com/leave-a-website/

O acesso à Internet no Brasil não pára de crescer. Pesquisa da Razorfish – feita em parceria com o portal Terra, identificou que quase 70% da classe C brasileira já têm acesso à Internet, não apenas via lan houses, mas também no aconchego de suas casas, com privacidade, flexibilidade e liberdade de tempo para navegar.

O acesso cresce fortemente também a partir de dispositivos móveis como tablets, celulares e consoles de jogos. A redução das tarifas de acesso e no preço dos aparelhos permitiu que o tráfego da internet móvel no Brasil aumentasse mais de 60% nos últimos quatro meses, conforme relatório da comScore.

Percebemos uma mudança no comportamento dos consumidores que passam a adotar um número crescente de dispositivos com acesso à Internet. Esta mudança oferece a oportunidade de fidelizar uma base cada vez maior de audiência conectada, mas também desafios em compreender como estas múltiplas plataformas podem influenciar seus hábitos de consumo.

Provavelmente nenhum outro segmento do mercado cresce nesta velocidade e proporção. De um modo geral, as barreiras de entrada são muito pequenas e por isso é fundamental um profundo conhecimento não apenas do mercado, mas também dos consumidores, seus hábitos, preferências, formas de consumo de informação/ entretenimento e principalmente como fazer tudo isso acontecer. Agilidade e precisão são fundamentais.

Hoje é praticamente impossível encontrar um plano de comunicação, marketing ou modelo de negócios que não envolva a Internet. Isso porque qualquer pessoa ou empresa pode estar na Internet. A questão é como estar lá. Como maximizar seus resultados e ser relevante para um público cada vez mais disperso, maduro e exigente. A resposta a estas questões é que criará a sua vantagem competitiva e o diferenciará neste mercado.

A D O R E I conhecer o #Mobilize Consumidor Móvel 2011, um estudo realizado pela W/McCann e Grupo .Mobi com pesquisa do Instituto IPSOS Mediact que mepeou como o consumidor se relaciona com marcas, produtos e serviços através do seu dispositivo móvel. Imprescindível para quem quer saber mais sobre um mercado em rápida evolução e cada vez mais importante para a comunicação.

Abaixo, alguns destaques:

  • Mais de 40% dos consumidores já acessa a internet pelo celular.  Isso significa que a internet móvel tem números superiores aos que a internet “tradicional” apresentava no começo de 2007.
  • O acesso via celular às redes sociais através do celular é similar à penetração de redes sociais no computador.
  • Os sites mais acessados demonstram pouca variação entre classes sociais e tipos de aparelho celular.  Ou seja, ainda não temos a distinção identificada na internet “tradicional”.
  • Apesar do radpido crescimento do mercado móvel, comprado a internet via computador, ainda existem poucos sites móveis ou aplicativos nacionais. Existe, portanto uma enorme oportunidade para as empresas se poscionarem e conquistarem espaço no ambiente móvel.
  • A TV móvel também aparece na pesquisa que mostra que sua audiência em número de usuários equivale ao número de assinantes de TV paga. Apenas precisamos considerar que a TV por assinatura é familiar…
  • Claro que os jogos tem que aparecer, e são os aplicativos mais baixados. As pessoas não estão comprando jogos, mas sim, momentos de diversão.
  • Esperamos que os celulares mais baratos tenham em um futuro próximo as mesmas funções dos celulares mais caros hoje, teremos então um boom no consumo de internet móvel e tudo que estiver relacionada a ela.

Um movimento está ganhando forma e força para transformar os negócios e o modo como consumimos e vivemos. Esse movimento sinaliza o surgimento de uma nova economia, baseada em informação, criatividade, transparência e colaboração.

O consumo colaborativo que víamos em coisas usuais como compartilhamento, escambo, empréstimo, troca e aluguel entre pessoas, está sendo turbinado e disseminado pelas redes sociais, dispositivos móveis e geolocalização, tecnologias que permitem qualquer pessoa encontrar locais, produtos e serviços disponíveis e compartilháveis ao redor do mundo.

A filosofia do consumo colaborativo é capaz de nos ajudar a economizar dinheiro e passar de consumidores passivos a colaboradores ativos.

O vídeo abaixo, da Collaborative Consumption, conta a história do consumo colaborativo e explora dados bem interessantes sobre o comportamento do consumidor e as mudanças que teremos no mundo:

 

Quem não gostaria de saber como vai ser o futuro? Só que quando falamos de tecnologia fica realmente difícil fazer previsões. Mas o pessoal da Neolabels pesquisou e chegou a 15 principais fatores sobre como vai ser o futuro da internet em 2015.

Usando como referencia dados de 2010 e tendências de mercado, vemos um cenário ainda promissor e muito, muito viável. Eles chamam de DigitalLife. Quer saber por que? Não perca tempo e veja este vídeo:

Digital Life: Today & Tomorrow from Neo Labels on Vimeo.

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